Exemplos concretos, não conclusões prontas
Anote o que foi percebido, quando começou e se vem se repetindo. Descrever uma situação do cotidiano ajuda a conversa mais do que tentar escolher um diagnóstico. Não é necessário testar a pessoa repetidamente ou ensaiar respostas para a consulta.
O paciente no centro da conversa
Ouça o que a própria pessoa percebe e quais dúvidas deseja esclarecer. A participação de um familiar, quando autorizada, pode ajudar a reunir informações. Essa participação deve respeitar a vontade e os direitos do paciente, sem tomar seu lugar nas decisões.
Documentos e informações disponíveis
Leve exames e relatórios anteriores, a relação dos medicamentos utilizados e as perguntas que deseja discutir. Não há um pacote obrigatório de exames para levar: a necessidade de investigação complementar é discutida durante a avaliação.
Avaliação não significa diagnóstico automático de Alzheimer
Queixas de memória podem ter diferentes causas. Um sintoma isolado não estabelece um diagnóstico. A avaliação considera a história, o contexto e as mudanças percebidas; pode ser necessário investigar e acompanhar antes de chegar a uma conclusão.
Uma consulta pode começar justamente pela pergunta que você ainda não conseguiu responder. Conheça a avaliação da memória com o Dr. João Bastianello em Bagé.
Conhecer a avaliação da memóriaInformações educativas. Diagnóstico e tratamento dependem de avaliação individual.